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ACESSO AO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DO HIV/AIDS ENTRE A POPULAÇÃO NEGRA NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO: DADOS PRELIMINARES

 

Autor: Carla Luzia França Araújo; Débora Fontenelle dos Santos;  Lizete Pontes Macário Costa; Louise Bastos Schilkowsk; Sonia Maria Batista da Silva;  Gilberto Jorge da Cruz Araújo

Instituição: HESFA/LEPPA DST-Aids/UFRJ; HUPE/ LEPPA DST-Aids/UFRJ; HUPE/LEPPA DST-Aids/UFRJ; HESFA/LEPPA DST-Aids/UFRJ; HESFA/LEPPA DST-Aids/UFRJ; Unigranrio/ LEPPA DST-Aids/UFRJ

UF: RJ

Email: leppa.dstaids@infolink.com.br

Categoria: Acesso universal

 

Resumo

 

Introdução:Com este projeto pretende-se discutir o

perfil e fazer análise dos fatores relacionados ao acesso

a diagnóstico e tratamento do HIV/Aids pela população

negra do município do Rio de Janeiro.

Objetivos: Sob a premissa de que há diferenças sociais

segundo a raça/cor e que estas diferenças se

constituem em vulnerabilidades para a transmissão do

HIV, entre elas o acesso aos serviços de saúde. Sendo

assim, o presente estudo tem como objetivo, discutir os

aspectos que envolvem o acesso ao diagnóstico e

tratamento do HIV/Aids pela população negra do

município do Rio de Janeiro.

Métodos: O objeto desse projeto envolve o acesso a

oferta de teste anti-HIV e ao tratamento da população

negra que são portadores de HIV/Aids no município do

Rio de Janeiro. Para trabalhar com o objeto proposto,

optamos pela metodologia quanti-qualitativa.  Como

citam Deslandes e Assis (2002), utilizaremos os

métodos quantitativos e qualitativos igualmente ou

paralelamente para construir os resultados. Ou seja,

que os dois métodos dialoguem entre si. O seguimento

quantitativo definirá o perfil da população negra que

procura os serviços de saúde (nos CTA e SAE) e o

seguimento qualitativo apontará as vivências e fatores

que facilitam/ dificultam o acesso ao diagnóstico e

tratamento do HIV/Aids. Ao final faremos uma

correlação dos dados.

Resultados: Serão gerados subsídios para debate

ampliado com a participação de diversos seguimentos

da sociedade carioca. Este fato deverá promover ações

afirmativas para a política de inclusão e de garantia dos

direitos de cidadania, dentre eles, garantir melhor

acesso aos serviços de saúde públicos de qualidade.

Conclusão: As ações afirmativas deverão favorecer o

desenvolvimento de atividades no campo de prevenção

primária e secundária, considerando as particularidades

que envolvem a população.